Jubileu 2025 |
Patriarca de Lisboa agradece vivência do Jubileu da Missão
A missão “começa”
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O Patriarca de Lisboa, D. Rui Valério, publicou uma mensagem de agradecimento pela vivência do Jubileu da Missão no Patriarcado de Lisboa, expressando “profundo reconhecimento” a todos os que contribuíram para “dias de graça, de anúncio e de comunhão”.

Na mensagem dirigida aos fiéis, o Patriarca afirmou que o Jubileu da Missão permitiu que “o Evangelho voltasse a ressoar nas ruas, nas praças, nas escolas, nas famílias, nas paróquias e nos corações”.

Com “o coração cheio de gratidão e esperança”, D. Rui Valério sublinhou o impacto das iniciativas que marcaram esta semana especial em toda a diocese.

 

Agradecimento às equipas e agentes pastorais

O Patriarca deixou um agradecimento particular às equipas organizadoras “nos diversos níveis – diocesano, vicarial e paroquial – que, com generosidade e criatividade, prepararam e coordenaram este tempo de encontro e envio”.

Recordou ainda o contributo de sacerdotes, diáconos, consagrados, movimentos, famílias e leigos: “A todos vós, que saístes ao encontro dos outros (…) o meu sincero obrigado.”

Segundo afirmou, cada gesto missionário foi “um rio de água viva que atravessou o deserto do anonimato e da indiferença”, renovando alegria e esperança.

 

“Não termina: começa”

D. Rui Valério destacou que a Semana da Missão não deve ser entendida como conclusão, mas como impulso: “Esta Semana da Missão não é um ponto de chegada, mas um ponto de partida. O que vivemos não termina: começa.”

Sublinhou que a missão é o modo próprio de ser Igreja e recordou que o Senhor “continua a enviar-nos – todos e sempre – para anunciar o Evangelho, curar as feridas da humanidade e testemunhar a esperança que não engana”.

O Patriarca reafirmou que a missão está no coração da sinodalidade – “Uma Igreja que escuta é uma Igreja que se faz próxima; e uma Igreja que sai é uma Igreja que escuta o clamor do mundo” – e desejou que o Jubileu da Missão se prolongue no quotidiano das comunidades e que Lisboa permaneça “terra de envio e de esperança”.

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